Essa foi de longe uma das leituras mais dificeis desse ano. Nao sei se foi porque logo de cara eu criei uma certa empatia pelo livro ou foi por esperar demais da leitura. Nao sei. Talvez eu esperasse que alguma coisa me surpreendesse, mas nao foi bem assim. Nao digo que e um livro ruim, porque ha momentos que cativam o leitor. Ainda assim foi muito difícil escrever a resenha.
Nem Tempo nem Lugar, nem a Sorte nem a Morte podem dobrar os mais insignificantes dos meus desejos o mínimo que seja.
O livro conta a historia de Henry, um rapaz que descobre sua capacidade de brincar com tempo quando ainda era novo. Isso nem sempre lhe rendeu bons momentos. Principalmente, porque sempre que acontece, Henry nao pode levar nada, inclusive suas roupas. Aqui rende ao leitor algumas historias muito engraçadas. Suas viagens para o passado ou futuro são causadas quando sofre uma forte emoção.

De quando em quando, Henry é transportado para a infancia ou juventude de Clare, sua esposa no futuro. Um relacionamento que começa de uma forma bastante estranha, mas é capaz de renovar os vínculos entre os dois.
Às vezes, fico feliz quando Henry some, mas sempre fico feliz quando ele volta.



No geral, é um livro interessante. Foi difícil me prender a história. Chegou em algumas partes que sinceramente pensei que fosse largar o livro e ir para o próximo, mas valeu a pena a leitura. A autora tem um forma bastante simples de expor os detalhes. Talvez o que tenha me atrapalhado foi a falta de uma sequência na história no começo. Eu acabava me perdendo na forma como os capítulos foram distribuidos. Depois de alguns capítulos você até se acostuma, mas é preciso um pouquinho de ânimo para ir até o final.